As “novas” peças do tabuleiro eleitoral de Ribeirão

Há nomes que mostraram interesse em encabeçar chapa majoritária e podem ser opção de dobrada

Com uma iminente nova eleição, que deve ocorrer ainda este ano (e que segundo nosso agente da SIA – Serviço de Informações Anônimas, até outubro), muitos se perguntam quem seriam os novos candidatos a prefeito e a vice. Enquanto no Governo o clima é de panos quentes, nos bastidores políticos, as diferentes castas se movimentam e articulam, preparando terreno para o pleito.

Por meio de uma análise do cenário e das movimentações é possível identificar quais as opções o eleitor de Ribeirão Pires terá. Vejamos algumas chapas:

Grecco/Volpi/Martins – O terceiro colocado na última eleição e representante de uma antiga dinastia política da cidade, Luiz Carlos Grecco, deve relançar candidatura, porém como um novo nome de vice, o vereador Anselmo Martins (veja reportagem na página 05) ou o ex-secretário de Esportes, Guto Volpi (filho do ex-prefeito). Essa composição representa a união de dois grupos de muita experiência política e serviço público, e somente a suposição de que esta poderia ser uma chapa, já anda tirando o sono de muita gente.

Roncon/D’Orto/Nogueira – Caso Kiko caia e Gabriel Roncon possa concorrer sem a contaminação da chapa, seu nome deve encabeçar a representação “dos governistas”. A dobrada contaria com o vereador Amigão D’Orto de vice, uma vez que seu pai e conselheiro-articulista político tem muita proximidade com o pai de Gabriel. Eduardo Nogueira não estaria descartado, sendo o Plano B tanto para candidato majoritário, quanto para vice.

D’Orto/Amaury – A dupla dinâmica da Câmara, com trabalho visivelmente mais atuante que os dos demais parlamentares, pelo menos no uso de redes sociais, parece ser uma boa opção. O empecilho neste caso se dá por falta de popularidade da dupla, que ainda é pouco conhecida na cidade como um todo. Em uma recente pesquisa de opinião, feita por um dos grupos políticos, a dupla aparece na lista de opção espontânea em quinto lugar, ou seja, ainda haveria um longo caminho para conseguir enfrentar os dinossauros da política municipal.

Irmãs Moura/Dominguinhos – Lair e Leonice tem tudo para fechar uma dobrada inédita exclusiva: são irmãs e mulheres, algo que chamaria muita atenção do eleitorado. Ambas desfrutam de boa credibilidade e know-how político e possuem capacidade de coordenação política. Porém, é muito provável que outra conhecida figura, digamos que eterna apoiadora das “irmãs da Apraespi”, possa ser o nome de equilíbrio da eventual chapa: Domingos Nicodemos, do PDT.

PT – Por último, mas não menos importante, a chapa pura do PT deve lançar algum nome como candidato. É provável que Renato Foresto arrisque mais uma vez, ou dê lugar para outro nome mais carismático, como o do líder sindical Mauro Coelho.

Independentes – Além disso, outros nomes que já mostraram interesse em encabeçar chapa majoritária estão soltos e podem ser opção de dobrada de qualquer um. São eles: Koiti Takaki (que já conta com o apoio de Cândido Vacarezza), Paulo de Tarso, Marcelo Menato, Willian do Canoa, Doni Freitas e Maurício do Gás.

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