Além do mais

Olha a hora!

O polêmico relógio do Paço Municipal, oficialmente Centro de História e Arte, segue causando discussões diversas. No último final de semana, um grupo de pessoas parou em frente a um estabelecimento próximo para discorrer sobre o assunto. Enquanto o primeiro alegava que o prédio em questão não combinava com o resto, o segundo preferiu ressaltar as benesses que ele pode trazer, arrancando gargalhadas dos outros: “pelo menos eu não vou mais perder a hora!”

O pedreiro fugiu…

A tão aguardada reforma administrativa segue mais atrasada do que nunca. O tão esperado texto, mais uma vez, não foi encaminhado para a apreciação da Casa de Leis, deixando frustrados a muitos que aguardam sua aprovação para serem devidamente alocados em seus cargos na Prefeitura. Há quem diga, inclusive, que o “Mestre de Obras” foi deslocado para outra freguesia e que nem vai chegar mais…

Verdade ou desafio?

A Central de Boatos anda meio parada nesse período inter-eleitoral, mas, vez por outra, ainda dá o ar da graça. A mais nova é que uma importante figura política da cidade estaria dando apoio a uma ocupação irregular de terras de propriedade da Prefeitura em uma das extremidades da cidade. Ainda não se sabe se tem ou não fundamento, mas como onde há fumaça, há fogo…

Desastrólogo

O vereador Renato Foresto encaminhou requerimento ao prefeito solicitando informações técnicas sobre a obra realizada no Morro Santo Antônio, alegando que a mesma apresenta pontos de erosão (normal, segundo especialistas) que poderiam provocar um desastre caso viesse abaixo. Caro vereador, que tal confiar mais na engenharia e menos na bola de cristal?

Presente?

Não raro, alguns vereadores ficam pouco atentos à sessão e, consequentemente, às pautas lidas pelos secretários ou pelo presidente da Casa. Com isso, algumas gafes acontecem. Na sessão desta semana mesmo, houve um caso em que um edil respondeu “presente” ao invés de “aprovado” durante uma votação. Um pouco mais de atenção na função não faz mal e nem engorda, né?

Dom Quixote

A lendária história de Miguel de Cervantes em que o cavaleiro andante lutava contra moinhos de vento que, na sua visão, eram “gigantes abomináveis e perigosos” se aplica muito bem ao temor (ou seria repulsa?) que um edil demonstrou em relação a imprensa. Questionado por um repórter sobre o pronunciamento contra a parceria entre Prefeitura e ACIARP na Zona Azul, se negou a responder, afirmando que “a imprensa distorce muito” e apertando o passo em direção a saída. Talvez ele tenha esquecido que a imprensa é o órgão que divulga e torna públicos os trabalhos realizados pela Casa. Vale ressaltar que os repórteres são da paz . E não mordem…

 

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