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Terça-feira, 27 de Janeiro de 2015

Instituto Acqua trabalha pelo resgate de ações à favor do Meio Ambiente

Em maio, o Instituto Acqua – Ação, Cidadania, Qualidade Urbana e Ambiental – completou 12 anos de atuação em diversas áreas, entre elas, como a tradução da sigla diz, a questão ambiental. A primeira sede da entidade foi instalada no Parque Milton Marinho de Moraes, em Ribeirão Pires, onde foi criado o Centro de Referência Ambiental. Atualmente, o Acqua está localizada na Praça Sabará, próximo ao Centro da cidade. A entidade nasceu no município ribeirãopirense, mas seu propósito ia muito mais além.  “O Acqua nasce como uma ação local, mas efetivamente com uma preocupação regional, até porque qualquer ação do ponto de vista dos problemas ambientais não se descolam dos problemas regionais, eles são comuns. Ela (Acqua) nasce com uma preocupação relativa às questões urbanas e ambientais e a entidade dá um passo à frente em relação ao ecologismo mais clássico. As questões ambientais da região se confundem do ponto de vista da ocupação urbana, da atividade econômica com os seus recursos naturais. Esse é o grande conflito da região”, conta o coordenador de projetos, Ronaldo Queródia.

Ana e Ronaldo explicam projetos que o Instituto Acqua pretende retomar na cidade de Ribeirão Pires

O ano de 2003 foi um divisor de águas na história da entidade. Além de ser reconhecida legalmente como OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), o Acqua participou da elaboração da “Agenda 21” em Ribeirão Pires, cujo objetivo era apresentar propostas de desenvolvimento sustentável para o município, com metas a serem cumpridas a curto, médio e longo prazo. Entre as ações discutidas na época, por exemplo, estava a implantação de uma usina de reciclagem de entulho (curto prazo).

Hoje, o Instituto, que pela segunda vez, está na vice-presidência do Subcomitê Billings-Tamanduateí, representado pelo arquiteto e urbanista Fábio Vital, visa o resgate do que foi discutido há oito anos. “A Agenda trouxe a discussão do futuro do município e o que aconteceu, que evoluções tiveram? Queremos retomar isso”, fala a diretora presidente do Acqua, Ana Teresa Galasso. “A ideia é que Agenda tivesse uma dinâmica e ela dava parâmetros, naquele momento, para a gente pensar a cidade em um ponto de vista de um desenvolvimento sustentável”, completa Ronaldo, que naquela ocasião, fazia parte do governo, como secretário.

Além disso, o Acqua pretende retomar outros projetos na cidade. “Estamos formatando algumas ideias e resgatando alguns projetos. A gente propôs para o município a questão de recuperar os agentes de preservação de meio ambiente. Temos resgatado alguns projetos no sentido de capacitar as pessoas e educá-las para a preservação. Tem essa questão agora das sacolinhas plásticas. A gente foi deseducado, porque antes não usava sacolinha, a gente separava lixo orgânico do não orgânico… Com essa coisa da comida mais fácil, do fast-food, se produz muito mais lixo do que antes, então, tem algumas preocupações que a gente está retomando, discutindo e propondo. A Cooperpires, por exemplo, tem mão de obra, mas não está organizada, então a gente quer capacitar, qualificar, fazer com que o lixo vire renda… a gente está mapeando as potencialidades do município em relação à algumas instituições já formadas para estimular e resgatar”, conta Ana.

O Acqua tem inscritos projetos junto à diversas entidades em busca de parcerias, como a Fundação Banco do Brasil e o Ministério da Justiça. A Cooperpires está inserida em um deles. “Com a Cooperpires a gente está com um projeto junto ao Banco do Brasil, que tem um Departamento de Sustentabilidade Regional (DSR), que colabora para unir projetos e ideias. O projeto tenta resgatar a Cooperpires, qualificá-la para fazer recurso; estamos esperando ser avaliado. Encaminhamos um projeto para trabalhar uma cooperativa de costureiras, que transforma lonas em bolsas, carteiras… elas estão em caráter bem embrionário, então formatamos um projeto junto à Fundação Banco do Brasil. A gente tem trabalhado no sentido de mapear as necessidades e potencialidades locais e formatar projetos que resgatem isso tudo”.

O Instituto tem elaborado também projetos de educação ambiental voltados para as escolas. “Se você começa a informar a criança, ela começa a proliferar isso dentro da casa dela, com os amigos. Ribeirão tem que ter um cuidado muito grande porque ela tem um potencial hídrico absurdo, mas se a gente não cuidar disso…”, conclui Ana.

O trabalho do Instituto Acqua pode ser acompanhado através do site www.institutoacqua.org.br e também nas Redes Sociais Twitter (@ACQUA_OFICIAL) e Facebook.

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  1. Por que é importante descartar corretamente as lâmpadas fluorescentes?Você sabia que a maior parte dos resíduos sólidos tóxicos produzidos no País é construída por lâmpadas, pilhas e baterias, ou seja, por lixo eletrônico? Cerca de 100 milhões de lâmpadas fluorescentes são consumidas por ano, onde mais de 94% são descartadas em aterros sanitários, sem nenhum tipo de tratamento, contaminando assim o solo e a água com metais pesados. As lâmpadas fluorescentes entram com tudo no mercado, já que são quatro vezes mais econômicas e duram mais em relação às incandescentes. O que veio beneficiar o bolso pode se tornar um grande inimigo do meio ambiente e da nossa saúde, quando descartadas de maneira incorreta. Elas são constituídas de vidro, alumínio, pó fosfórico e mercúrio, elemento químico tóxico que pode contaminar água, solo, animais, plantas e pessoas. Em dezembro de 2010, foi sancionada a Lei Nacional dos Resíduos Sólidos que tem como proposta a pratica de hábitos de consumo sustentável e um conjunto de instrumentos para propiciar o aumento da reciclagem e da reutilização dos resíduos sólidos. A Estância Turística de Ribeirão Pires, preocupada com o meio ambiente e com a saúde dos seus cidadãos, é considerada uma das poucas do Grande ABC que possuí posto de reciclagem de lixo eletrônico. Localizado na Vila do Doce o posto itinerante de Coleta funciona das 9h às 16h, de segunda a sexta. No momento o trailer esta em manutenção com previsão de volta para a segunda quinzena de março. A Estância conta também com alguns mercados da região que arrecadam pilhas e baterias além da disponibilização de caminhões pela Prefeitura para a realização do serviço de coleta seletiva no centro da cidade, coletando papel, plástico, vidro e metal, todo material coletado é encaminhado para a COOPERPIRES (Cooperativa Material Reciclável de Ribeirão Pires) localizado no Parque Aliança. Neste local ocorre à manipulação e a triagem dos materiais com toda a segurança, após serem desmontados os materiais são vendidos às cooperativas parceiras especializadas em eletroeletrônicos. Até o momento não existem no município lugares apropriados que recebam as lâmpadas fluorescentes. Segundo informações da Secretaria do Meio Ambiente de Ribeirão Pires, as lâmpadas queimadas e quebradas devem ser entregues no local de sua compra ou nos seus respectivos fabricantes, que são obrigados por lei a receber-las, algumas empresas especializadas em venda de materiais para construção como as lojas C&C e Leroy Merlin trabalham com um descarte próprio em parceria com uma empresa especializada em reciclagens de lâmpadas fluorescente.
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