Escola transforma sala em experiência imersiva em pontos turísticos da Estância

Proposta sensorial e lúdica leva pontos turísticos de Ribeirão Pires para dentro do ambiente escolar e amplia o repertório cultural das crianças

A Escola Municipal Maria da Glória Barbosa Xavier, no Jardim Guanabara, vem promovendo uma verdadeira imersão nos atrativos de Ribeirão Pires ao recriar, dentro da escola, experiências inspiradas em pontos turísticos da Estância. Cada turma focou em diferentes cartões-postais da cidade: Igrejas (Maternal II B), Torre do CHL (Maternal II A), Parque Oriental (Multisseriada A), Torre de Miroku (Multiserriada B), Vila do Doce (Multisseriada C) e a Pedra do Elefante (Multisseriada D).

A ambientação foi cuidadosamente preparada pela equipe escolar, que transformou o espaço em um ambiente sensorial, com elementos que remetem à formação rochosa, estimulando a curiosidade, observação e a interação das crianças. Na manhã desta sexta-feira (27), a proposta permitiu que os alunos explorassem, de forma lúdica, características do local — como o formato que lembra um elefante e sua imponência na paisagem, a 977,7 metros de altitude.

A ação integra uma sequência de vivências que já trouxe para o cotidiano escolar outros pontos turísticos, como a Vila do Doce e a Torre de Miroku, sempre com o objetivo de aproximar as crianças da cultura local de maneira significativa.

Na Educação Infantil, experiências concretas potencializam o aprendizado. Ao levar referências da cidade para dentro da escola, a proposta amplia o repertório cultural dos alunos, fortalece o sentimento de pertencimento e desperta, desde cedo, o interesse pelo território onde vivem.

Além de apresentar a Pedra do Elefante como patrimônio natural e turístico, a atividade também contextualizou sua história — conhecida desde a década de 1950 e oficializada como ponto turístico em 1981 — e suas possibilidades de uso, como trilhas, ciclismo e esportes de aventura.

“Nosso objetivo é fazer com que as crianças vivenciem o aprendizado de forma concreta e afetiva. Quando elas reconhecem esses espaços e entendem que fazem parte da cidade onde vivem, criam uma conexão muito mais significativa com o conhecimento”, destacou a diretora da unidade, Renata Cristina Moreira.

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