Caça ilegal de tatu é investigada em Ribeirão Pires

Departamento de Proteção da Fauna Silvestre recebeu informações de que armadilhas estão sendo colocadas para captura dos animais

A Secretaria de Meio Ambiental, Habitação e Desenvolvimento Urbano de Ribeirão Pires investigou na última segunda-feira, dia 20, denúncia sobre caçadores de tatus que estariam colocando armadilhas em pontos da cidade para captura dos animais. Equipe do Departamento de Proteção da Fauna Silvestre e Bem Estar Animal vistoriou os locais e realizou buscas monitoradas para encontrar possíveis veículos utilizados pelos caçadores.

Caminhando pela mata, os agentes encontraram trilhas que mostravam sinais de uso e algumas tocas de tatus vazias, com indícios de limpeza humana – o que pode indicar que as armadilhas estavam montadas nestes pontos. Nenhum caçador foi flagrado, mas as investigações irão continuar.

Há cerca de dez dias, o Departamento de Proteção da Fauna Silvestre recebeu denúncias também de caça ilegal, desta vez de capivaras. “Ribeirão Pires é uma cidade inserida em área de mananciais, apresentando uma demanda elevada de animais silvestres das mais diferentes espécies típicas da Mata Atlântica. É imprescindível que a gente zele e preserve a vida destes animais, com equipe especializada e empenhada em cumprir o papel de fiscalização, proteção e reabilitação”, declarou a secretária de Meio Ambiente, Habitação e Desenvolvimento Urbano, Andreza Araújo.

Em caso de denúncias, são disponibilizados dois telefones para contato: 4824-4197 ou 97211-1112 (whatsapp). É necessário se identificar no ato da denúncia, para preenchimento de cadastro, mas a Equipe de Proteção Animal explica que os dados do denunciante não são divulgados.

Tatu Bola – uma das espécies características da região

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