Falha de sinalização põe segurança de munícipes em risco

Os comerciantes e moradores da Avenida Capitão José Galo, em Ribeirão Pires estão sofrendo com os inúmeros acidentes que estão ocorrendo na esquina com a Rua Agostinho Pereira de Figueiredo.

Vários acidentes estão acontecendo entre a Capitão José Gallo e a Agostinho P. Figueiredo

Vários acidentes estão acontecendo entre a Capitão José Gallo e a Agostinho P. Figueiredo

Para entrar na Rodoviária, os ônibus transitam por estas vias e, não raro, estão em alta velocidade, aproveitando-se da preferencial dada aos motoristas que vêm da Rua Agostinho Pereira de Figueiredo. O problema é que os motoristas que vêm da Capitão José Galo, por conta da pouca sinalização, imaginam que a preferencial, na verdade, é deles, até porque estão na via coletora.

O último dos vários acidentes que já ocorreram foi no dia 07, quando um Renault Sandero estacionado na Rua Agostinho Pereira de Figueredo foi atingido por um ônibus da empresa Rigras que fez a curva em alta velocidade para entrar na Avenida Capitão José Gallo.

“Desde quando a rodoviária foi mudada vários acidentes já aconteceram, mas de um mês para cá cerca de 12 acidentes aconteceram por conta da alta velocidade destes ônibus, que não têm respeito com os carros e muito menos com os pedestres”, disse o comerciante Eloi. “Eu já reclamei diversas vezes com a Rigras, e eles não tomam nenhuma providência, a Prefeitura deveria colocar um farol na Agostinho assim os ônibus não passariam em alta velocidade ocasionando tantos acidentes”, disse o também comerciante Pedro.

Segundo a empresa Rigras, “todos os motoristas são treinados e conscientizados de que, apesar da Rua Agostinho Pereira de Figueiredo ser nossa preferencial, todos devem entrar na Rua Capitão José Gallo com cautela e atenção. No entanto, a sinalização deveria ser melhorada, para evitar acidentes. Estaremos designado fiscalização no local para verificar se está ocorrendo alguma anormalidade”.

Já a Secretaria de Transporte e Trânsito, informa que está “estudando a viabilidade de modificar o trajeto de ônibus em questão, a partir, também, de mudanças e ampliação do sistema viário, que prevê inclusive, a interligação do Centro com o Centro Alto da cidade. Esse estudo considera, entre outros pontos, a quantidade de pessoas que utilizam as linhas que fazem este trajeto”.

Em relação à questão da velocidade dos ônibus, a Secretaria de Transporte e Trânsito informou que “irá verificar as informações enviadas por moradores e comerciantes e tomar as medidas necessárias, se confirmada irregularidade”.

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