Icesp faz alerta sobre fatores de risco para o câncer de pele

O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), ligado à Secretaria de Estado da Saúde, faz um alerta: cuidar de pintas que aparecem pelo corpo e ficar atento a manchas na pele são fundamentais para evitar problemas futuros. E muitos destes sinais, por mais inofensivos que possam parecer, merecem atenção. Com alguns cuidados é possível prevenir a doença.

Pintas podem ser congênitas ou surgir ao longo da vida. A maior parte das marcas não traz complicações ao paciente e apenas as de grandes dimensões (superior a 20 cm), apresentam probabilidade de se transformarem em câncer. Independentemente do tamanho da pinta, é muito importante procurar avaliação médica. Por meio da análise clínica, o médico saberá indicar se aquela marca deve ser retirada ou apenas seguir o acompanhamento.

A maioria dos sinais aparece durante a juventude. Em grande parte, a exposição solar é uma importante aliada para o aumento do volume de pintas pelo corpo.

“A prevenção contra o câncer de pele deve acontecer o ano todo, não somente nas estações mais quentes. É recomendável evitar exposição excessiva à luz solar, principalmente entre 10h e 15h”, alerta o dermatologista do Icesp, Gustavo Alonso. Segundo ele, pessoas com histórico familiar de câncer de pele também devem ser mais cuidadosas e realizar acompanhamento rotineiro.

Além disso, é preciso observar qualquer modificação nas pintas e manchas. Os sinais mais comuns relacionados ao surgimento do câncer de pele são as alterações da coloração (variações de tonalidade de marrom, preto, vermelho ou azul), áreas com perda da pigmentação, alterações de tamanho, presença de bordas irregulares, alterações na superfície (áreas de elevação súbita ou feridas), e coceira e dor local. Pintas que coçam ou apresentam inflamação local também devem ser avaliadas.

É preciso observar qualquer modificação nas pintas e manchas

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