Hospital São Lucas já recebe pacientes sob nova direção

Na última terça-feira Ribeirão Pires firmou um convênio com o Grupo São Cristóvão Saúde e reinaugurou o Hospital e Maternidade São Lucas. Após a cerimônia de reabertura, pacientes já estavam sendo atendidos.

Prefeito Kiko reinaugurou o hospital pela sexta vez

A parceria, que terá prazo de três anos, pode ser prorrogada e não irá gerar custos à cidade, uma vez que a implantação e desenvolvimento das atividades previstas no convênio serão arcados pelo São Cristóvão. O grupo gastará 6 milhões por ano para manter o Hospital. Segundo o CEO e presidente Valdir Pereira Ventura, a entidade é filantrópica e, por esse motivo, deve oferecer serviços ao SUS (Sistema Único de Saúde).

Valdir também mostrou otimismo na parceira com a cidade. “Estamos felizes com Ribeirão Pires, à medida em que conhecemos essa estrutura (do Hospital São Lucas), achamos que essa era a melhor para podermos trabalhar e temos muito a progredir daqui para frente”, declarou o CEO.

O São Cristóvão vai agregar à equipe do São Lucas sete médicos, dois nutricionistas, quatro enfermeiras obstetras e cinco pessoas que cuidarão da parte administrativa, porém nenhum setor da unidade será assumido exclusivamente pelo Grupo. Com isso, o centro hospitalar passará a ter em média 100 funcionários. Segundo o prefeito Kiko Teixeira (PSB), os funcionários da Prefeitura que trabalham no Hospital, “não terão nenhum tipo de mudança, o grupo São Cristóvão chega para complementar os serviços”.

O São Lucas passará por três etapas de mudanças: a primeira consiste na humanização do atendimento e dos procedimentos da maternidade, abertura de leitos de retaguarda para observação dos pacientes da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Santa Luzia e ampliação do serviço de nutrição do hospital; Na segunda etapa, que tem início previsto para setembro, o São Lucas ampliará a área de apoio de diagnóstico por imagem e laboratorial, recebendo o tomógrafo adquirido pela Prefeitura em 2014 e também o ultrassom e raio-x, além de um laboratório próprio de análises clínicas; Por fim, a última e terceira etapa, consiste em oferecer para a população pequenas cirurgias de baixa complexidade, que antes não eram feitas na rede Municipal.

 

 

 

 

 

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