Além do Mais…

Aliados “pero no mucho!”

A foto estampada na página 03 do “azulzinho” de quarta-feira mostra o comerciante Luiz Carlos Francia e o pré-candidato governista Dedé da Folha com a legenda: Francia adere a grupo do pré-candidato Dedé da Folha. A imagem dos dois num abraço nada fraterno (mantendo uma distância desconfortável) mostra bem que política não tem nada a ver com amizade, mas sim com interesses.

Inocente ou Inocêncio?

Como já diz o ditado: “Quem não deve não teme”. Se uma pessoa se julga no total direito da verdade e outros a acusam caluniosamente, ela pode simplesmente ignorar e aguardar o desfecho da história. Agora, se há uma ínfima partícula de culpa, pode haver um desconforto. Mas será que o desconforto seria grande o bastante para sair pelas ruas recolhendo jornais, resultando até em briga entre entregadores e “abafadores de causo”?  Inocente ou Inocêncio?

Vamos doar?

Semana retrasada, quando o Diário do Grande ABC estampou manchete denunciando o escândalo da Saúde, algumas pessoas, a mando de outras, talvez envolvidos, compraram todos os exemplares disponíveis nas bancas da cidade, diz-se que mais de seiscentas unidades. Convidamos os compradores a doar esses exemplares à ONG Ajuda Animal, da IV Divisão, que utiliza jornais velhos para forrar as casinhas dos animais ali abrigados (mais de quatrocentos).

Nossa lei é homenagear

Com exceção de apenas de um, todos os demais itens da Ordem do Dia da Sessão da Câmara desta semana foram pedidos para que algumas pessoas se tornassem cidadãos ribeirãopirenses. O vereador Antônio Muraki, autor dos projetos, distribuiu títulos para alguns amigos. Não que tais pessoas não mereçam, mas se a moda pegar em pouco tempo  haverá poucos brasileiros para muitos ribeirãopirenses.

E o Zé?

Nana nenê do coração / Não tenha medo do bicho papão / Nana nenê do coração… A música de ninar parece ter embalado os pensamentos do vereador José Nelson de Barros (PDS) no final da tarde da última terça-feira enquanto o parlamentar assistia a sessão da Câmara. Enquanto um de seus companheiros de bancada usava a tribuna, Zé Nelson se posicionou aconchegantemente perto de um microfone, fechou os olhos e, após algumas boas “pescadas”, rendeu-se ao cochilo que só foi interrompido quando o público presente caiu na gargalhada, despertando o cansado vereador.

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