Além do Mais

Aflição

A saída do PDT de Banha do grupo governista causou aflição numa assessora do parlamentar. Ela e outros assessores foram empregados de colar adesivos do Dedé em carros de amigos e, com a ida de Banha para o grupo petista, a moça perguntava o que fazer com os adesivos já colados. Sugerimos tirar o “Dedé da Folha” e colar o “Lelé da Cuca”, que é tudo a mesma coisa.

E o Zé? I

Uma fala muito estranha pronunciada pelo não menos estranho, vereador José Nelson, não fez muito sentido. Talvez na esperança de mostrar conteúdo verbal durante um encontro entre seus novos aliados do PT, o Zé disparou: “Elegemos o Banha e o Gerson como presidentes da Câmara contra a vontade do prefeito”. O que será que o Zé Nelson quis dizer com isso? Não seria o contrário?

E o Zé? II

Na busca por entender a frase do “nobre edil”, procuramos reavivar a memória. Ao longo dos oito anos de governo “PVolpi” a Câmara foi usada como piada sendo comparada com uma igrejinha onde todos dizem amém. Clóvis afirmou que teve a Câmara que todo prefeito gostaria de ter. Gerson, quando eleito presidente, era o líder de governo na Câmara. Banha fazia parte do grupo governista quando assumiu o mesmo posto. Será mesmo que as eleições foram feitas contra a vontade do prefeito?

RH no pleito

É mais do que natural que todo ano eleitoral qualquer evento que reúna mais de duas pessoas seja palco ideal para que postulantes a candidato apareçam em busca de suas presas inocentes: o eleitor desatento. No evento RH na Vila, promovido pela Prefeitura, um pré-candidato deitou e rolou com a oportunidade, já que era o único a estar presente. Assessores de outros dois pré-candidatos (inclusive de um a prefeito) também estavam lá, porém, desesperados porque seus “patrões” estavam perdendo o banquete de votos disponível no local.

Teatro tucano

A indicação do advogado ex-tucano, Patrick Pavan, como secretário adjunto de Governo causou reações adversas dentro do ninho. O presidente do PSDB de Ribeirão Pires, Cezar de Carvalho se mostrou irritado com a aceitação do parceiro de partido em trabalhar ao lado do prefeito. “Dizem por aí” que a situação ficou insustentável a tal ponto que o mais novo integrante do governo teria decidiu bater asas antes mesmo de pousar na nova gaiola e já teria, inclusive, pedido para ser exonerado do novo cargo. Pois é, não deu nem para sentir o gostinho…

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