Além do Mais – 12/02/2014

Historieta de bar

Conta-se que um importante e destacado político da cidade, em sua época de funcionário da indústria prometeu a seus colegas de trabalho que, caso fosse eleito vereador, seria diferente: não ficaria com o dinheiro do salário. Doaria tudo e mais um pouco (no caso, seu ordenado na fábrica) para o povo, ficando apenas com o rendimento de um pequeno negócio que ainda possui na cidade. O tempo passou, o dito cujo se elegeu até mais de uma vez, ocupou cargos importantes mas se esqueceu da promessa. E o povo? É só um detalhe…

Historieta de bar – II

Outra história que dizem por aí é que outro importante membro da política ribeirãopirense andou fazendo traquinagens enquanto representava a administração. Segundo consta, ele teria se apropriado de um computador perdido – ainda que no intuito de devolvê-lo. Entretanto, não o fez. Ao consultar o sistema de segurança, acharam o dito cujo e vieram até a cidade para encontrá-lo e pedir o bem de volta. O problema é que o mais importante já havia ido para os espaço: os arquivos pessoais do dono, já que a máquina havia sido formatada. Dos males, o menor, não é mesmo?

Dança das Cadeiras

Com a aproximação das eleições de outubro e do segundo ano de gestão do governo Saulo, é certo que teremos algumas movimentações no primeiro e segundo escalões. Por isso alguns titulares de pasta e de cadeiras comissionadas têm se mostrado preocupados, em especial porque seus setores não teriam rendido conforme o esperado e que, exatamente por isso, poderiam virar uma espécie de moeda de troca para costurar (ou fortalecer) alianças. Uma coisa é certa: a partir desta mudança, muitas coisas acontecerão, inclusive um início de definição do cenário eleitoral para 2016.

Sauna

A casa cheia na sessão de ontem da Câmara Municipal evidenciou um problema estrutural grave, ainda mais se considerarmos a onda de calor que assola o país: a falta de um aparelho de ar condicionado no plenário. Os ventiladores, mesmo à toda potência e com a ajuda das portas laterais abertas, não deram conta da “ira do astro-rei” que tem deixado o tempo mais do que abafado. Já que o local está em reformas, porque não aproveitar o embalo para instalar um “arzinho”? Os vereadores e público presente agradeceriam…

E o Zé?

Na sessão de ontem, chamou a atenção a afiada língua de um dos vereadores. Ele mesmo, Zé Nelson (PSD), estava “impossível”, rebatendo de bate-pronto algumas afirmações dos colegas Adriano (PMDB), líder de governo atual, que questionou os malfadados buracos da Sabesp e Hércules Giarola (PR), líder de governo antigo, que questionou o fato da PM estar socorrendo uma vítima de acidente enquanto se mostra ineficaz no combate ao crime na região fugindo de suas competências, chamando-os de “desinformados”.

E o Zé? II

Ao primeiro, afirmou que “deveria se informar melhor, já que a Sabesp fechou um convênio com a Prefeitura para reparo das ruas de paralelepípedo da cidade”. E, ao segundo, de “foi infeliz no comentário, já que a PM tem como praxe realizar este tipo de assistência”. Para endossar suas palavras, citou um conhecido apresentador de TV que mostra esse tipo de situação: “por um acaso, você já assistiu ao Datena?”, questionou antes de assistir ao silêncio dos colegas, que preferiram não alongar a discussão.

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