2018, uma incógnita?

“Felizmente, o que vimos em pouco mais de 365 dias da gestão 2017-2020 tanto no Executivo quanto no Legislativo agradou.”

E enfim chegou o tão esperado ano de 2018. Ano de Copa do Mundo (com esperanças renovadas do hexacampeonato na Rússia), ano de eleições estaduais e Federal. Mas, se no esporte a confiança está mais alta do que nos últimos oito anos, não pode se dizer o mesmo da política, infelizmente.

Após mais um conturbado ano de escândalos de corrupção e muitos investigados e presos na Operação Lava-Jato e polêmicas medidas do Governo Temer, o futuro de nosso país em 2018 virou grande incógnita. Quais serão os candidatos à presidência? Eles estão, de fato, aptos a assumirem tamanha responsabilidade, ainda mais no cenário político e econômico que atravessamos hoje?

Nomes como Jair Bolsonaro, Rodrigo Maia, Henrique Meirelles, Geraldo Alckmin e até Lula já foram ventilados. Mas cada um tem sua peculiaridade. Lula, por exemplo, será julgado na Lava-Jato em pouco mais de uma semana. Aí saberemos se poderá tentar concorrer ao cargo máximo do País. Bolsonaro é amado por uns, odiado por outros por suas ações e opiniões sinceras e polêmicas. Alckmin é “mais do mesmo”, o velho PSDB retornando. Rodrigo Maia, bem, pode ser visto como um “outsider”, talvez. Aparenta não agregar em nada.

Mas, enquanto nossa lista de presidenciáveis é uma das mais difíceis dos últimos tempos, Ribeirão Pires vive momento mais tranquilo. As eleições de 2016 e os meses que a antecederam foram acirradas e polêmicas, gerando muitas incertezas. Uma delas era saber como seria a nova gestão da cidade, visto que, até 2016, Ribeirão Pires ficou com muitas dívidas acumuladas nos quatro anos da Gestão Saulo Benevides. E não só isso, mas muitas demandas que passaram batidas ao longo dos anos também foram levantadas novamente.

Mas, felizmente, o que vimos em pouco mais de 365 dias da gestão 2017-2020 tanto no Executivo quanto no Legislativo agradou. Vereadores compenetrados com a missão de melhorar a cidade, propondo e votando projetos que agregam muito, bem como o Executivo, que tem conseguido saldar as dívidas da cidade e melhorar a imagem de Ribeirão com os Governos Estadual e Federal, o que propiciou benefícios e curto, médio e longo prazo para todos. Como tem sido discurso de alguns secretários municipais, 2017 foi ano de “colocar a casa em ordem”.

E 2018, como será? Ainda é uma incógnita, afinal, não somos adivinhos. Mas uma coisa dá para se dizer: Se o ritmo de trabalho do ano passado se repetir em 2018, as chances de as coisas melhorarem mais ainda são boas. Agora, é torcer para que isso aconteça também na esfera Federal. E que venha o Hexa!

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